O que você faz
Como você gasta, guarda, evita, empresta, compra e decide.
Por trás do dinheiro
Você sabe o que faz com o seu dinheiro. Mas sabe por que toma essas decisões?
Seu jeito de gastar, guardar, evitar, ajudar, controlar ou se privar pode estar relacionado a experiências, aprendizados, emoções e outros aspectos da sua história.
Aqui, a proposta não é olhar apenas para o valor gasto, mas investigar o que estava acontecendo quando aquela decisão foi tomada.
Por isso, o processo investiga sua relação com o dinheiro de forma ampla: emocional, comportamental e energética.
O primeiro passo é uma conversa. A continuidade será uma decisão sua.

Talvez você se reconheça
Planilha. Aplicativo. Orçamento. Cortar gastos. Fazer metas.
E, mesmo assim, alguns comportamentos continuam se repetindo — sem que você consiga entender exatamente por quê.
Eu ganho dinheiro, mas não consigo guardar.
Eu trabalho muito e ainda sinto que nunca é suficiente.
Eu sei o que deveria fazer, mas continuo repetindo os mesmos comportamentos.
Eu gasto e depois me arrependo.
Eu tenho dificuldade de gastar comigo.
Eu ajudo todo mundo e depois fico apertada.
Se você já se perguntou “por que eu faço isso com o meu dinheiro?”, é aí que a investigação começa.
Alguns comportamentos continuam se repetindo mesmo quando você já sabe racionalmente que gostaria de agir diferente.
A investigação busca compreender o que está relacionado a essas repetições — e o processo também pode incluir um olhar energético sobre a sua relação com o dinheiro.
O que investigamos
Uma decisão financeira não envolve apenas o valor gasto. Ela também pode envolver contexto, tempo, energia, expectativa, organização, emoção e significado.
Como você gasta, guarda, evita, empresta, compra e decide.
O que acontece antes, durante e depois das suas decisões financeiras.
As histórias, justificativas, medos, necessidades e interpretações que aparecem quando o dinheiro entra em cena.
Comportamentos que continuam acontecendo mesmo quando você sabe racionalmente que gostaria de agir diferente.
Além do que pode ser observado diretamente, o processo também pode considerar a dimensão energética da sua relação com o dinheiro.
Não estamos procurando encaixar você em um padrão.Estamos investigando o que faz sentido na sua história e no seu momento.
Por isso, o processo começa pela investigação. A partir do que emerge, podemos aprofundar aspectos emocionais, comportamentais e energéticos dessa relação.
Investigar ajuda a compreender. As práticas utilizadas no processo ajudam a trabalhar o que foi percebido.
O processo
Antes de tentar mudar o comportamento, precisamos entender o que está por trás dele.
O método não parte de respostas prontas. Ele constrói compreensão a partir da sua própria história.
Observar como você se relaciona atualmente com o dinheiro: o que faz, como decide, onde evita olhar e quais situações chamam sua atenção.
Aprofundar os contextos, experiências, aprendizados, emoções, pensamentos e aspectos energéticos relacionados às suas decisões financeiras.
Perceber comportamentos recorrentes, emoções associadas e conexões que começam a aparecer ao longo da investigação.
Explorar com mais cuidado o que pode estar sustentando essas repetições, utilizando os recursos e as práticas mais adequados ao que surgir no processo.
A partir do que foi compreendido, trabalhar novas possibilidades de relação com o dinheiro nos níveis emocional, comportamental e energético, respeitando o seu tempo e a sua história.
As práticas utilizadas não são definidas a partir de um diagnóstico prévio. Elas são escolhidas de acordo com o processo e com aquilo que começa a emergir em cada atendimento.
Abordagem integrada
A relação com o dinheiro não acontece apenas no nível racional. Ela também pode envolver emoções, experiências, comportamentos, sensações e aspectos energéticos.
Por isso, o trabalho integra investigação da história financeira e comportamental com práticas terapêuticas holísticas e energéticas, utilizadas como instrumentos de apoio ao processo de transformação.
A proposta não é impor uma explicação pronta, mas compreender o que faz sentido para você e trabalhar a partir do que emerge na investigação.
Investigar. Compreender. Aprofundar. Transformar.
Para quem é
Este trabalho é para mulheres que desejam compreender e transformar a relação que construíram com o dinheiro — independentemente de quanto ganham ou da situação financeira em que estão.
“Eu ganho dinheiro, mas não consigo guardar.”
“Eu sei administrar dinheiro, mas alguma coisa sempre acontece.”
“Eu gasto e depois me arrependo.”
“Eu tenho dificuldade de gastar comigo.”
“Eu ajudo todo mundo e depois fico apertada.”
“Eu trabalho muito, mas continuo sentindo insegurança.”
“Eu sinto culpa quando gasto.”
“Eu repito decisões financeiras que não consigo compreender.”
“Eu sinto que sei o que fazer, mas algo parece me impedir de sustentar mudanças.”
“Eu quero olhar para minha relação com o dinheiro de maneira mais profunda.”
“Eu quero trabalhar não apenas meus comportamentos, mas também a dimensão energética dessa relação.”
Você não precisa chegar com tudo entendido. A investigação começa justamente a partir das perguntas que ainda não foram respondidas.

Sobre Lilian
Minha formação em Ciências Econômicas me aproximou dos números, das decisões e da realidade financeira das pessoas. Com o tempo, percebi que existe uma parte dessa relação que não aparece em nenhuma planilha.
Foi nesse encontro entre o racional, o emocional e o energético que nasceu meu trabalho: um espaço de escuta, investigação e transformação para mulheres que desejam compreender a relação que construíram com o dinheiro.
A planilha pode mostrar o que está acontecendo. A investigação ajuda a compreender por quê. E as práticas holísticas e energéticas podem apoiar o trabalho de transformação dessa relação.Conhecer minha história
Como funciona o atendimento
O método apresenta o caminho da investigação. A primeira sessão é o ponto de partida para compreender se esse caminho faz sentido para você.
Na primeira sessão, investigamos sua história financeira, experiências familiares, comportamentos, emoções, pensamentos e decisões relacionadas ao dinheiro.
A partir do que emerge, o processo pode incluir práticas terapêuticas holísticas e energéticas como instrumentos de apoio à transformação.
Cada atendimento é conduzido de forma individual. Não partimos da ideia de que todas as mulheres possuem a mesma causa, o mesmo bloqueio ou a mesma necessidade.
A primeira sessão não promete resolver toda a sua vida financeira. Ela é um espaço inicial de escuta, reflexão e investigação.
Depois desse primeiro encontro, você poderá decidir se deseja continuar aprofundando o processo.
Conhecer o primeiro encontroMapeamento digital
Uma compra. Uma decisão. Uma reação.
Uma sensação. Um pensamento.
Seu dinheiro deixa rastros.
Tudo isso pode deixar um rastro — inclusive a forma como você se sente e vivencia energeticamente cada decisão.
Estamos desenvolvendo uma experiência digital para ajudar você a registrar e observar essas situações no dia a dia. A proposta não é apenas acompanhar quanto você gastou, mas perceber o que estava acontecendo quando aquela decisão foi tomada.
Em desenvolvimento
Essa experiência poderá, futuramente, apoiar a percepção dos padrões que aparecem na sua relação com o dinheiro.
FAQ
Não. A investigação não é voltada apenas para mulheres endividadas. Ela também pode fazer sentido para quem ganha bem, trabalha muito, tem dificuldade de guardar, sente culpa ao gastar, ajuda outras pessoas ou repete decisões financeiras que não compreende.
Não exatamente. O foco principal não é montar uma planilha, organizar seu orçamento ou indicar investimentos. O trabalho investiga a relação emocional, comportamental e energética que você construiu com o dinheiro. Quando necessário, uma orientação financeira especializada pode ser importante como complemento.
Sim. Além da investigação da história, dos comportamentos, pensamentos e emoções relacionados ao dinheiro, o processo pode incluir práticas terapêuticas holísticas e energéticas. Elas são utilizadas como instrumentos de apoio, de acordo com o que surgir na investigação.
Não necessariamente. A primeira sessão é investigativa e pode revelar perguntas, conexões e pontos importantes para aprofundar. Ela não promete uma resposta completa ou uma transformação imediata.
Não obrigatoriamente. A primeira sessão também serve para que você conheça a proposta e decida, com autonomia, se deseja continuar o processo.
Não. Este trabalho tem foco na investigação da relação emocional, comportamental e energética com o dinheiro. Ele não substitui psicoterapia, acompanhamento médico, tratamento psicológico ou orientação financeira especializada quando esses cuidados forem necessários.
As ferramentas são escolhidas de acordo com a proposta do método e com o que surgir durante a investigação. Elas funcionam como instrumentos de apoio; o centro do trabalho é compreender a sua história e a sua relação com o dinheiro.
O primeiro passo é uma conversa. A continuidade será uma decisão sua.